Escrito a partir do tema Monstros, desenvolve-se a noção de monstruosidade através das noções de desregra e desumanização da figura humana, exemplificadas pelas perspectivas de Maeterlinck, Artaud, Kantor, Picon-Vallin em função do desenvolvimento da ideia de sensibilidade. Publicado na revista Textos e Pretextos nº 8
«Os monstros parecem ser corpos onde o interior foi virado do avesso, e ficou à vista. Esta organicidade extrema desperta uma sensibilidade fina e intensa a quem vê. A visão torna-se veículo de sensibilidade. Este é o maior contributo da modalidade monstruosa: quando o duplo é um monstro, esse excesso de presença, essa orgânica extremada, desorganizada e exposta, cria sensibilidade e sensibiliza tudo ao redor.Augúrios de um teatro artificial, os monstros protagonizam um teatro anatómico, um ponto de vista sobre o interior do corpo, sobre as partes desirmanadas e a encenação da sensibilidade.»
documento completo em PDF
.
Mostrar mensagens com a etiqueta kantor. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta kantor. Mostrar todas as mensagens
Teatro Anatómico
Etiquetas:
artaud,
artifical,
corpo,
duplo,
grotesco,
josé gil,
kantor,
maeterlinck,
meyerhold,
modo,
monstruosidade,
performance,
picon-vallin,
sensibilidade,
simbolismo,
teatralidade,
theatron,
visão
O Teatro da Morte, de Tadeusz Kantor
Escrito no contexto do Seminário de Documentação, com Maria Helena Serôdio. Apresentação do mais conhecido manifesto de Tadeusz Kantor, escrito em paralelo à criação do espectáculo A classe morta, e que marca um momento de consolidação da sua linguagem estética.
«Kantor não pretende substituir o actor pelo manequim, o corpo orgânico pelo corpo artificial, mas reconhece que o corpo artificial pode constituir um duplo do corpo orgânico, criando níveis de consciência. Enquanto objecto trivial, sem significação, o manequim torna-se um modelo para o actor vivo.
Assim, o que vemos em O teatro da morte é o desenvolvimento de um conceito artístico: a morte, sendo o passado e a memória, o conhecimento e a consciência, a individualidade como possibilidade solitária. A morte não é uma forma, como Craig a entendia no sentido do artificial, mas um modo de compreensão do acto artístico.»
leia aqui o MANIFESTO do Teatro da Morte, de Tadeusz Kantor
veja aqui o blog do espectáculo CHEZ KANTOR, encenação de Pedro Manuel com o NNT
Para ler o documento completo, contacte
.
«Kantor não pretende substituir o actor pelo manequim, o corpo orgânico pelo corpo artificial, mas reconhece que o corpo artificial pode constituir um duplo do corpo orgânico, criando níveis de consciência. Enquanto objecto trivial, sem significação, o manequim torna-se um modelo para o actor vivo.
Assim, o que vemos em O teatro da morte é o desenvolvimento de um conceito artístico: a morte, sendo o passado e a memória, o conhecimento e a consciência, a individualidade como possibilidade solitária. A morte não é uma forma, como Craig a entendia no sentido do artificial, mas um modo de compreensão do acto artístico.»
leia aqui o MANIFESTO do Teatro da Morte, de Tadeusz Kantor
veja aqui o blog do espectáculo CHEZ KANTOR, encenação de Pedro Manuel com o NNT
Para ler o documento completo, contacte
.